Bem Vindo


terça-feira, 2 de outubro de 2018

Passaro Elefante




Depois  de vários seculos  de evidencias  anglo francesa, cientistas desvendaram    o mistério do maior ave  do mundo, depois de  60  milhões de anos, o pássaro  elefante   - Aepyonus maximus, que não   voava habitou  a savana de Madagascar e  extinto  no seculo  17.

Por ser  uma ave muito grande  pesando aproximadamente 860 kgs,   nao podia voar,   seu peso   e  o mesmo peso  de uma girafa adulta, entre outras especies  tinha também  o Aepyornis titan especie maior  que o  Apyornis maximus,     com   3 metros  de altura,  eles  eram  especies próximas  das atuais  ema  e avestruz.




Fonte:   Bol Ciências

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Eclipse Com Marte

Desde o eclipse lunar que aconteceu na  sexta-feira dia 27/07, Marte tem sido um fenômeno à parte, com sua proximidade em relação à Terra. Nesta terça-feira dia 31, a atração continua -- com o planeta atingindo o ponto mais próximo da Terra em 15 anos. Desde 2003, explicam astrônomos e entidades, Marte não chegava tão próximo aos "terráqueos".

A Nasa, agência espacial americana, informa que Marte estará a 57,6 milhões de quilômetros da Terra, e ficará visível por toda a noite a olho nu. Em 2003, a distância foi ainda menor, com os dois planetas contabilizando 56 milhões de quilômetros de distância entre eles.

Na prática, Marte vai parecer uma estrela brilhante vermelha, como foi na noite do eclipse lunar quando estava ao lado da Lua, explica o astrônomo Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos.
 


Apesar de estar num ponto mais próximo, não vai dar para notar muita diferença de Marte em relação ao eclipse lunar de sexta-feira (27), explica Rojas.

"Vai dar pra ver normalmente, como tem sido nas últimas semanas, basta olhar para o céu", diz o astrônomo Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos. "Quem viu o eclipse na sexta-feira, e observou Marte ao lado da Lua, não vai mudar muito visivelmente", diz.
Rojas explica que Marte muda sua posição em relação à Terra porque sua órbita é a mais elíptica de todos os planetas. "Sua distância do Sol varia mais. Isso causa essa diferença de distância da Terra", explica o astrônomo.

Já em meados de agosto, segundo a Nasa, Marte ficará mais "fraco" na medida em que Marte e Terra se afastarem um do outro em suas órbitas ao redor do Sol.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

E Hoje Tem Eclipse

E  hoje  tem   eclipse  tem  sim senhor   O eclipse solar será visível como total somente nos EUA. A visibilidade do eclipse no restante da América do Norte e Central será parcial. Parte da América do Sul também verá o evento como parcial, incluindo o Brasil, onde as regiões Norte e Nordeste terão melhor visão do fenômeno.

O último eclipse solar parcial visível do Brasil ocorreu em 26 de fevereiro deste ano. Anterior a 2017 tivemos um fenômeno do mesmo tipo em 3 de novembro de 2013.
Em 2017 teremos dois eclipses solares parciais, fato como esse também ocorreu em 2006, ou seja, há 11 anos!



Os eclipses certamente são um dos mais magníficos fenômenos da natureza, os quais podem causar grande admiração e perplexidade, e ainda, também causar curiosidade e interesse por entendimento desse fenômeno. Para aqueles que simplesmente observam o eclipse, seja ele solar ou lunar, testemunhar um desses acontecimentos é marcante na lembrança! Para a ciência, os eclipses atualizam base de dados anteriormente obtidos, contribuem para a realização de experimentos já feitos e outros novos, são oportunos para esclarecimentos e explicações à respeito do fenômeno e outras ligações interdisciplinares, como o contexto desse evento na história humana.

À respeito do fenômeno de 21 de agosto de 2017, o eclipse será total para os espectadores dos EUA. Nesse país, a sombra da totalidade projetada pela Lua sobre a Terra passará primeiro pela Costa Oeste do Estados Unidos, em Salem, Estado de Óregon, atravessará todo o país, e chegará em Charleston, Estado da Carolina do Sul. Porém a sombra da totalidade continuará sobre o Oceano Atlântico, no qual se dará o final do fenômeno.

No Brasil o eclipse ocorrerá no período da tarde e será visível como parcial pelos moradores das regiões Norte e Nordeste, as quais serão mais privilegiadas quanto à observação do fenômeno. Na Região Norte teremos em Macapá, capital do Estado do Amapá, a maior fração do Sol obscurecido pela Lua, chegando a 41%.



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

A Volta dos Mamute



O mamute-lanoso (Mammuthus primigenius), uma das últimas  espécies que habitou a terra, pode ser trazido de volta da extinção dentro de dois anos, disse o cientista George Church, professor de genética da Escola de Medicina de Harvard e um dos pais do Projeto Genoma Humano.

Os pesquisadores estão muito perto de criar um embrião híbrido de elefante e mamute-lanoso, espécie que foi extinta há cerca de 5.600 anos, segundo estudo publicado na revista científica PNAS.

Para trazer os animais de volta à vida, os cientistas estão usando uma técnica chamada CRISPR, um novo método de edição genética que permite "cortar e colar" cadeias de DNA. O material genético dos animais foi extraído de carcaças congeladas.


Os cientistas pretendem manipular as células da pele do elefante para produzir o embrião, ou embriões múltiplos, usando técnicas de clonagem.
Os núcleos das células reprogramadas seriam colocados em célula-ovo de elefante cujo próprio material genético foi removido. Depois seriam artificialmente estimulados para se desenvolverem em embriões.

Os pesquisadores pretendem criar um embrião com as características do mamute --pelos longos, grossas camadas de gordura e sangue adequado para vida em condições de frio extremo. Posteriormente o embrião seria inserido em um útero artificial para ser gestado.



Lyuba, filhote de mamute de 40 mil anos, é um dos que estão muito  bem preservados que existem. Ela foi descoberta por um pastor de renas da Sibéria e seus dois filhos, em 2007
Testes de laboratório já mostraram que as células funcionam normalmente na combinação de DNA do mamute e do elefante asiático.
O anúncio foi realizado durante o encontro mundial de cientistas da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), em Boston. Segundo Church, o animal seria uma espécie de elefante com traços físicos de um mamute.

Em 2013, o pesquisador declarou que é possível usar essa técnica para criar humanos resistentes a vírus e até recriar os ancestrais do homem moderno, os neandertais. O cientista afirmou que já possuía DNA suficiente de fósseis para reconstruir o DNA de espécies humanas extintas. O que faltava era apenas "uma mulher corajosa". 

Para os cientistas, o projeto pode ajudar a preservar a população de elefantes ameaçados de extinção e ajudaria a combater o aquecimento global. 

A reintrodução de mamutes em partes congeladas do planeta poderia impedir que o solo descongelasse, uma vez que a neve sofreria perfurações, permitindo a entrada de ar frio. No verão, a presença dos animais poderia ajudar a grama a florescer.

De acordo com os cientistas, a reintrodução de mamutes na Sibéria poderia fazer com que as temperaturas locais caíssem até 20ºC.


FONTE:    UOL CIÊNCIAS

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Cometa Halley


O fenômeno dura até ao dia 7 de novembro mas a noite de hoje promete ser especial para os entusiastas da astronomia.

Uma chuva de meteoros deve acontecer na madrugada desta sexta-feira (21) e será possível vê-la do Brasil. O fenômeno, que deve começar por volta das 2 horas da manhã, é chamado de Orinídeos - nome dado porque a “atração” parece vir da constelação de Orion.



De acordo com o UOL, o Orinídeos é uma das melhores chuvas de meteoros do hemisfério Sul. Sua visualização requer boas condições climáticas, com céu aberto. Os meteoros da próxima madrugada são originários do cometa Halley e entram na atmosfera da Terra com muita velocidade, acelerando a deterioração.

A chuva de meteoros será melhor vista, com mais intensidade, segundo o UOL, uma hora antes do amanhecer.


“Deve-se olhar para um pouco abaixo da constelação de Orion, onde estão as Três Marias. Essa constelação aparece no horizonte leste e vai ficando mais alta com o passar do tempo. O melhor horário para observar a chuva de meteoros é cerca de 1 hora antes do amanhecer", informou Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos.

FONTE:  TECHAOMINUTO

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Tartaruga Pré Histórica de Pernambuco




Tartaruga pré-histórica de Pernambuco conseguiu sobreviver ao período que se seguiu à extinção dos dinossauros e de boa parte dos répteis da Terra, informa estudo que tem como autora principal a doutoranda em geologia da UFPE Anny Carvalho, publicada na revista especializada "Zootaxa". A espécie media apenas 50 cm de comprimento e ainda é um mistério como sobreviveu a uma época (o Paleoceno) em que a disputa por alimentos e recursos era feroz. Seu habitat era o mar pré-histórico onde hoje fica o estado de Pernambuco. As informações são do jornal Folha de S. Paulo, que trouxe na edição deste sábado matéria sobre a descoberta. 

"Ainda não podemos determinar o motivo específico para ela ter sobrevivido, mas as tartarugas sobreviveram a várias extinções. A carapaça tem uma função de proteção importante", afirmou Anny Carvalho.

Na opinião da paleontóloga da UFPE Aline Ghilardi,o tamanho pequeno e a alimentação variada da tartaruga pernambucana foram fatores que auxiliaram a sobrevivência do animal. Ghilardi também participou do estudo publicado na 'Zootaxa.'

Segundo o estudo, a tartaruga provavelmente era carnívora. Ela foi batizada pelos autores do trabalho como Inaechelys Pernambucensis, que significa "a tartaruga rainha do mar de Pernambuco", informa a matéria da Folha de S. Paulo. O nome faz referência à Iemanjá e foi uma forma de os pesquisadores prestarem uma homenagem à cultura afrobrasileira.

A "rainha do mar pernambucana" não tem relação com as tartarugas atuais, mas o estudo dessa espécie pode dar indicativos importantes não só sobre a evolução das tartarugas, mas também de outros animais.


O fóssil da tartaruga pré-histórica pernambucana (uma parte da carapaça e alguns ossos) "foi encontrado na chamada pedreira Poty, cerca de 30 km ao norte do Recife", diz a Folha. "A descoberta foi possível porque a mineradora tem uma parceria com os cientistas, enviando periodicamente material de interesse para a universidade".




sábado, 11 de junho de 2016

Cabras Aranhas



São formados por um grupo  de cabras que vivem nas regiões montanhosas, suas patas são bem adaptadas para  fazer  escaladas  e descidas. O mais impressionante sobres elas e que  sua habilidade como se locomover  em  lugares  de difícil acesso do mundo.


Para elas apesar da dificuldade de locomoção o mais  importante é sempre estarão protegidas dos predadores,  e se tornando verdadeiras alpinistas.

Apesar  de  passarem um bom tempo nas montanhas  eventualmente precisam descer para  se alimentar de alimentos mais  ricos  em  sais minerais.  Essa caminhada sempre acontece  no período mais quente do  ano. A longa descida precisam de  se equilibrar bastante sobre as rochas evitando que caiu em rios congelados ou  ate mesmo  para fugir  dos   predadores.


Chegando  nas  áreas  com grande quantidade de vegetação rica em  minerais  se alimentam  bastante  para se preparar para o próximo período  de inverno e iniciando nova  caminhada para lugares mais  altos.


FONTE:    CURTO E CURIOSO